O Pentágono informou nesta quarta-feira (4) que militares dos Estados Unidos eliminaram um oficial iraniano apontado como comandante de uma unidade ligada a um alegado plano para assassinar o presidente norte-americano, Donald Trump. Segundo o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, a ação ocorreu na terça-feira (3), durante uma nova fase de ataques conduzidos por forças americanas em território iraniano. O nome do militar não foi divulgado, e também não foram apresentados detalhes sobre o suposto complô ou sobre quando a tentativa teria sido articulada.
Em 2024, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos denunciou um cidadão iraniano por envolvimento em um plano que, segundo as autoridades, teria sido ordenado pela Guarda Revolucionária do Irã para matar Trump — que já havia sido reeleito, mas ainda não tinha tomado posse. Hegseth não confirmou se o oficial morto é o mesmo indivíduo citado na acusação formal.
Durante pronunciamento à imprensa, no quinto dia do conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, Hegseth declarou que o líder da unidade responsável pela tentativa teria sido “localizado e neutralizado”, afirmando que Teerã buscou atingir o presidente americano. O governo iraniano negou as acusações de conspiração para assassinato.
O secretário acrescentou ainda que o oficial não era o alvo principal da operação militar conjunta, mas acabou incluído na lista de objetivos estratégicos ao longo das ofensivas. Segundo ele, apesar de o tema não ter sido mencionado publicamente pelo presidente ou por outros integrantes do governo, houve determinação interna para que os responsáveis pelo suposto plano fossem eventualmente responsabilizados.




